Wednesday, April 11, 2007
De acordo com o que foi hoje noticiado no Telejornal (fico sempre com dúvidas sobre se ainda assim se chama), um sujeito qualquer em Faro atropelou mortalmente uma senhora, de 38 anos, grávida de trinta e tal semanas... Aquilo que parecia um atropelamento e fuga foi, ao que parece, coitado, um grande mal entendido! É que na versão do senhor, ele até saiu do carro para ver em que é que tinha batido... Mas como uma pessoa atropelada no meio da estrada é difícil de ver (esta parte do depoimento aditei eu), não percebeu o que tinha acontecido, regressou à viatura e seguiu viagem...
E é assim... Confunde-se uma pessoa com nada, e fica um bebé sem mãe por meia dúzia de copos de tinto!
PS1 - Sim, estou a fazer juízos de valor - mas que se lixe!
PS2 - O bebé nasceu, pouco depois, de cesariana, e parece que está clinicamente estável. Valha-nos isso!
Monday, April 9, 2007
Friday, April 6, 2007
Quarta-feira, Barraca, 22h... Quiz!
... Estamos atrasados!...
O jantar prolongou-se mais do que devia... Os panados demoraram e não podíamos sair dali sem a sobremesa...
... Aquele cheesecake era uma delícia!...
"Tenho as coisas no carro da LB!"... A Ana e a "Clara", nesta altura, já corriam desvairadas rua fora!...
"Vamos marcar mesa!"
... Se chegarmos depois da primeira pergunta já era!...
Chégamos!
... Faltam cadeiras...
Cinquenta perguntas!
... Faltam cadeiras...
Quinze equipas!
... Mas quem é que canta esta música?...
"Os Quatro" que eram cinco!
... Valeu-nos a nossa "Clara"...
Quantas acertámos???
... Isto hoje está muito difícil...
Sabem o que é que Pedro, o Grande, fez à cabeça do amante da mulher para a humilhar?
... Nós também não sabíamos...
Havia quem soubesse, pelos vistos.
É rabugenta - ainda mais do que eu...
Uma stressada de primeira!
Nasceu no Norte e cresceu no Sul...
O pai faz uns "D. Rodrigos" de comer e chorar por mais!
É aquilo a que, em linguagem corrente, se chamaria um cromo em versão feminina!
Conseguiu a proeza de me pôr a chorar no meu último dia de estágio!
Só deixa "comments" quando é para "esfolar" o autor...
Faz hoje 25 aninhos...
Enfim, é a inconfundível LB - peste-mor para os mais próximos!
PARABÉNS!!!!
Uma stressada de primeira!
Nasceu no Norte e cresceu no Sul...
O pai faz uns "D. Rodrigos" de comer e chorar por mais!
É aquilo a que, em linguagem corrente, se chamaria um cromo em versão feminina!
Conseguiu a proeza de me pôr a chorar no meu último dia de estágio!
Só deixa "comments" quando é para "esfolar" o autor...
Faz hoje 25 aninhos...
Enfim, é a inconfundível LB - peste-mor para os mais próximos!
PARABÉNS!!!!
Tuesday, April 3, 2007
"Não tenho filhos e tremo só de pensar.
Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê.
Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três; natação aos quatro; lições de piano aos cinco; escola aos seis; e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso: o emprego de sonho; a casa de sonho; o maridinho de sonho; os amigos de sonho; as férias de sonho; os restaurantes de sonho; as quecas de sonho! Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.
É a velha história da cenoura e do burro : quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"
Encontrei este texto num e-mail antigo enviado por um amigo. Segundo me foi dito, pertencerá ao jornalista João Pereira Coutinho. Pareceu-me indicado para um post... Nunca é demais recordar que há vida fora de certas paredes!
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